sábado, 23 de setembro de 2017

Brasil se Equipara ao Mundo e Ganha Órgão Fiscalizador de Crimes Nacionais

Brasil acaba de se Equiparar ao resto do Mundo e Ganhar um Órgão especializado em Fiscalizar e Combater a Atividade Criminosa em Solo Brasileiro.  Agora os Crimes Nacionais NÃO ficarão mais sem investigação e punição:  Esse Novo Órgão se Encarregará de Apurar Crimes e levá-los a Justiça para que sejam desestimulados e coibidos.

Assassinatos de sem-terras do MST, Sindicalistas, Índios, Trabalho-Escravo, Trabalho-Infantil, Dizimação da População Negra, Maus Tratos em Presídios, Torturas... e centenas de outros crimes tais como os crimes ambientais, crimes virtuais, tráfico de drogas, tráfico de órgãos, tráfico de pedras preciosas que antes não tinham um órgão para combate-los, passarão agora a contar com essa nova instituição, batizada provisoriamente de MP-Ministério Público.  

A autoridade máxima desse novo órgão será a PGR-Procuradora Geral da República, já indicada pelo Presidente da República, Raquel Dodge.  Ao contrário do Órgão Anterior - de mesmo nome - ou seja, Ministério Público, suas atividades NÃO serão restritas a operar a Lava-Jato da República de Curitiba e Lava-Jato de Brasília.  Esse "novo órgão" atuará em grande espectro (veja aqui), deixando de ser especializado em enviar ações ao STF.  Essa tarefa simplória e específica de ficar enviando processos ao STF da Lava-Jato ficará restrita a uma força-tarefa dentro de um departamento composta de apenas 8 procuradores.  E todo o restante do MP- Ministério Público, todos demais procuradores serão espalhados pelo país, saindo dos eixos: Rio-SP, Brasília-Curitiba.

Haverá tanto trabalho para se fazer, devido a demanda reprimida, que os altos-salários dos procuradores passarão a fazer sentido.  Por outro lado, não haverá mais tempo ocioso para viagens, atividades midiáticas, proferimento de palestras, participação em congressos, elaboração de leis, política-partidária, entrevistas á rádios, revistas e TVs, Bingos e afins.

Com essa inovação, o Brasil poderá se equiparar aos demais países e tentar  reverter a situação atual de República Bananeira.  Não haverá mais espaço para servidores públicos (e seus Power-points) agindo como se fossem uma Carmem Miranda cheia de Balangandãs.

By Mico Leão 
Tollstadius

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NÃO PAGUE MICO!!

Saiba o que Eugênio Aragão tem a dizer 
a respeito da falsa informação que circula por aí, de que: 
Raquel Dodge teria nomeado o primo de Agripino Maia. 
*LEIA COM ATENÇÃO E NÃO COMPARTILHE MENTIRAS!*
"Luciano Maia não tem nada em comum com Agripino Maia.
É um militante dos direitos humanos! 
Foi um dos que ajudou a montar a Comissão Nacional de Combate à Tortura. Ajudou Nilmario, Vanucchi e Maria do Rosário. 
E ele não vai ficar no lugar dos procuradores que saíram.
 Luciano Maia é Vice Procurador-geral da Raquel e foi a melhor indicação que ela fez. 
Nossa turma ao difundir uma babaquice dessas não difere em nada dos caluniadores da direita!"

Confira Aqui:
http://www.viomundo.com.br/denuncias/aragao-alerta-politicamente-luciano-maia-nao-compartilha-nada-com-agripino-e-um-militante-de-direitos-humanos.html

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Ministro Luiz Roberto Barroso
Traidor da Pátria!
É muita indignidade de um ministro do STF, pago pelo povo brasileiro, ir a uma potência estrangeira falar mal do seu país e cometer o crime de fazer comentários sobre uma Ação em andamento no judiciário.
VERGONHA!!!
Miguel Do Rosario
Cafezinho nas Ruas
Quanto mais pesquiso, mais evidências encontro de que o setor que mais ganhou com a Lava Jato foram refinarias de petróleo norte-americanas.
Essas refinarias pertencem a corporações como Marathon, Shell, Chevron, Koch Industries.
Várias dessas corporações financiam, junto com verbas federais liberadas pelo Congresso americano, o Wilson Center.
Pois bem, o excelentíssimo ministro Luis Roberto Barroso, do STF, esteve lá, no Wilson Center, no dia 8 de setembro de 2017.
Esse vídeo deveria ser baixado e legendado, porque ele mostra um ministro do STF, em pleno think tank controlado pela Casa Branca (que indica toda a diretoria do Wilson, em geral pessoas da comunidade de inteligência; ou seja, o Wilson é centro de espiões), dizendo que há corrupção em todas as estatais brasileiras, como Caixa, BNDES, Banco do Brasil, Petrobrás, Eletrobrás.
Leiam a matéria da BBC Brasil sobre o discurso de Barroso, e me ajudem a contar quantos crimes ele cometeu.
Primeiro: a lei da magistratura proíbe juízes de falar sobre processos em curso, sobretudo de processos que o próprio juiz irá julgar. Barroso deitou falação sobre a Lava Jato e outros processos, que ele mesmo deverá julgar a qualquer momento.
Mas Barroso cometeu um crime ainda maior do que esse. Imagine um juiz norte-americano ir a um importante centro de inteligência de outro país, acusar as estatais norte-americanas de estarem tomadas por corrupção?
A fala de Barroso é um ataque ao soft power brasileiro, e, com isso, deve ser classificada como um crime de traição à pátria.
A pergunta que fazemos é: Barroso recebeu cachê para falar essas barbaridades contra o Brasil? Ou fez de graça mesmo, bancado com recursos suados dos contribuintes brasileiros?
A passagem para os EUA foi paga pelo Wilson Center?
A presidente Dilma, assim como outras autoridades, já participaram de atividades no Wilson Center, mas isso bem antes da Lava Jato e do golpe.
E não foram lá falar mal do Brasil, muito menos comentar sobre investigações em curso – ou pior, corroborar processos judiciais altamente polêmicos!
Como é possível que Barroso aceite, como normal, tudo que está acontecendo no Brasil?
E, mais que isso, que viaje aos Estados Unidos e diga isso num think tank do governo americano (sediado num edifício federal chamado Ronald Reagan, do qual o Wilson não paga aluguel), ignorando críticas de boa parte da comunidade jurídica brasileira?
A UERJ, onde o ministro estudou e onde dá aulas e recebe salários, está fechada! E por culpa, evidentemente, da Lava Jato, que quebrou a economia fluminense.
Esse outro juiz, Bretas, é um sub-Moro.
Condenou o almirante Othon Pinheiro, a 43 anos de prisão.
Que tipo de país condena o seu maior especialista nuclear, um heroi nacional, a uma pena dessa?
Somente um país sob ocupação militar estrangeira faz isso!
Quando o historiador futuro escrever sobre esse triste período do país, não esqueça de considerar a traição de nossos juízes.
Vai um recado, portanto, às gerações futuras de brasileiros: cuidado com o judiciário, sobretudo quando juízes e procuradores se curvam a um sistema de cooperação internacional hegemonizado por uma potência estrangeira.
Corrupção, deve ser combatida com democracia, respeito às garantias individuais, e, sobretudo, proteção aos interesses nacionais.


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