domingo, 7 de dezembro de 2014

OBAMA - O BRASIL DE DILMA NÃO É IMIMIGO DOS EUA

"Nosso país (EUA) deve se preocupar com ameaças reais, como os grupos extremistas Al Qaeda e Estado Islâmico". Barak Obama



PORQUE GOVERNO DOS EUA NÃO DEVE APOIAR PSDB, E A DIREITA NAZI-FASCISTA
 CORRUPTA QUE  QUER "IMPEACHMENT" DE DILMA ROUSSEF E DAR O GOLPE !

O governo americano do presidente Obama não deve apoiar a tentativa de Golpe por parte dessa turma corrupta da oposição brasileira. Esses nazi-fascistas descontrolados querem a qualquer custo desestabilizar o governo da presidente Dilma.

Eles não são nacionalistas e nem comprometidos com a estabilidade democrática do nosso país.
Apenas pretendem inverter o resultado de uma eleição limpa aos seus interesses escusos.

Embora existam conflitos entre o Brasil e EUA no que tange seus respectivos interesses econômicos, é salutar para ambas as partes que o Brasil tenha governabilidade e estabilidade.  Num mundo, como hoje é - globalizado - quanto menos conflito melhor para todos.

BRASIL ( DE DILMA ROUSSEF ) NÃO É O IMIMIGO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Por certo que o Brasil de Dilma Roussef não é seu inimigo e nem deveria ser sua maior preocupação!

E de fato antes não era assim. No tempo de Lula, o Brasil até se posicionava como interlocutor dos Estados Unidos na América
Latina e em outras partes do mundo. 

Nesses tempos, o governo dos EUA (Republicano Bush) consideravam que éramos uma liderança de esquerda moderada e muito útil. Tanto que, num discurso, Condoleeza Rice, Secretária de Estado, teria dito que " O Brasil é nosso melhor amigo". 

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 “Lula ganhará as eleições, e o PT não é um grupo de lunáticos irmanados com Fidel Castro e as Farc da Colômbia”. José Dirceu

"Premissa da transição será, naturalmente, o respeito aos contratos e obrigações do País." Lula
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Antes de se tornar Ministro-Chefe da Casa Civil, José Dirceu, convenceu os americanos que o comunismo não fazia parte dos planos de Lula. E mais, que Lula quando fosse eleito, respeitaria os compromissos assumidos pelo governo anterior. E se tornou o principal interlocutor com os EUA.

Mesmo deixando a Casa Civil, Zé Dirceu continuou a ser o interlocutor preferido. Na sua visita ao Brasil, Condoleeza marcou almoço com ele. Dirceu que estava na Venezuela, soube às sete da manhã mas chegou a tempo.

Com a saída de Dirceu, perdeu-se o elemento mais importante das relações com os Estados Unidos.

http://www.amigosdepelotas.com.br/blog/como_lula_aproximou-se_dos_estados_unidos

Lula e Bush se encontram em dez/2002. Surpreendem todos, patrocinam cooperação diplomática mais estreita da história recente dos dois países. A esquerda brasileira fez mais negócio c/direita americana que qualquer governo eleito da história do Brasil.
Mas no fim de 2007, Petrobras descobre enorme bacia de petróleo (Bacia de Santos) e as coisas começam a mudar.

Em 2009, Exxon e Chevron tentaram alterar a lei de Lula, que tornava a Petrobras operadora-chefe de todos os blocos no mar territorial.  José Serra, então candidato do PSDB contra Dilma pela presidência, prometera à Chevron que, se eleito, afastaria a Petrobras do pré-sal. Gigantes  do petróleo americanas ficaram furiosas por perder o controle da maior jazida individual de petróleo descoberta em décadas. Lula, ainda o presidente, fez mais, abriu a exploração aos chineses. Numa aliança estratégica precursora do BRICS.

Com o aprofundamento das relações de Dilma com a China, Rússia e outros parceiros do BRICS, em 2013, o vice dos EUA, Joe Biden, veio ao Brasil, se encontrar com a presidenta, mas não conseguiu reverter a lei do petróleo de 2009. 

Dias depois, Snowden revelou que os EUA(NSA) espionava Rousseff e Petrobras. Ela, naquele mesmo mês, denunciou Obama na ONU por violação da lei internacional. E cancelou visita programada a Washington. Depois disso, as relações Estados Unidos-Brasil sofreram grave resfriamento.

Antes da visita de Biden -maio/2013- Dilma tinha 70% de popularidade. 
Dez dias depois, protestos em escala nacional convocados pelo "Movimento Passe Livre", contra aumento nas passagens de ônibus (R$ 0,10), levaram o país a uma onda de greves, passeatas e paralisações, c/ participação dos "annonimous" e "black blocs". Os protestos se tornaram violentos, tanto pela ação da polícia como dos manifestantes e passaram incluir todo tipo de reinvidicação popular (aumento de salários, diminuição de impostos, melhoria de serviços públicos, fim da corrupção, etc). 
Os protestos se intensificaram, e eram marcados via Twitter, facebook, cobertos alternativamnente pela mídia ninja, além das tvs e mídia tradicional. Em semanas, a popularidade de Rousseff caiu para 30 por cento."

De Junho de 2013 para cá, muita coisa mudou, e o governo norte-americano (democrata) que parece se infiltrou, incentivou, patrocinou e apoiou esses ditos "movimentos populares" passou a mostrar sua simpatia pela direita no Brasil, que se expressa através da grande-mídia, da oposição (PSDB, DEM, PPS e outros), de parcela do STF, parcela da PF e da "Zelite".

Por conta desse panorama internacional, as nossas eleições para presidente e de governadores foram muito mais acirradas e tumultuadas.   E pelo que parece com influencia direta e indireta dos norte-americanos e seus serviços de inteligência contra o q eles consideram inimigos do império: Dilma PT!

A aliança americana é agora com a nazi-facista direita brasileira, que não é nacionalista, mas apenas instrumento submisso dos interesses norte-americanos. 

Mas mesmo assim, somados todos esses, juntos e misturados: Perderam as eleições presidenciais!

Partem então para o 3º turno c/ denúncia de fraudes nas urnas e votos, protestos e passeatas, desaprovam os gastos da campanha, censuram descumprimento de  meta de superávit primário, recorrem ao STF sobre emenda da LDO, vários pedidos sem fundamento de  impeachment de Dilma e também uma tentativa de enfraquecer a Petrobras, pelo desvirtuamento da investigação "lava-jato". (Na Vara do Juiz Moro cuja Esposa é advogada do PSDB)

Fazem o diabo, num comportamento totalmente anti-republicano com a transição, c/ a reeleição, denotando que não aceitam o modo que o país continuará a ser governado.

Por trás de tudo: o medo!  Pois com o acirramento nas eleições presidenciais muita coisa veio a tona. E essas "coisitas" vão ter que ser investigadas e os culpados punidos!

O medo nacional de nossos opositores nacionais é fácil ser compreendido e todo mundo tem idéia do que vai ocorrer. 
Os nacionais estão desesperados porque não querem ir para a
cadeia! É mais que compreensível que percam totalmente a razão!

Mas qual importância tem isso para os EUA tirando o BRICS e o petróleo? O que Washington perde com tudo isso?  Porque os EUA continuariam a apoiar esses nazi-facistas corruptos da direita brasileira?  Até q ponto eles ganham c/ esse apoio irrestrito aos responsáveis por essa desestabilização nacional?

Tirando o BRICS e a questão do petróleo, não vale a pena desestabilizar o Brasil, tanto faz para os EUA se quem vai governar é PT, PMDB ou PSDB. 

Mas vejamos o seguinte, lá no início do texto, qual era o medo dos gringos quando Lula tomou posse? Basicamente dois medos,  medo da esquerdização, ou seja o comunismo se implantasse no Brasil. 
E o segundo medo era que o Brasil formasse um bloco com Fidel Castro e as Farcs da Colômbia.

O modelo socialista brasileiro é "tupiniquim", pois "Pindorama" é continental, não é cuba, venezuela ou equador, talvez inspirado no modelo sueco.

“Muitos jornalistas fazem perguntas sobre minha relação com Fidel Castro. Mas as pessoas não deveriam confundir nossa admiração de juventude pela Revolução Cubana com nossa posição sobre o regime cubano atual. Defendo a liberdade política e econômica para todos os povos. Hoje, em Cuba, não há liberdade”.  (LULA)

Lula - no passado - fez ver que esses medos eram infundados, eram mentiras da oposição.  Nosso então presidente fez questão de dizer que apenas lutaria por expandir novos mercados para o Brasil.
A história se repete...

BRASIL NÃO É O MAIOR IMIMIGO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Por certo que o Brasil de Dilma Roussef não é seu inimigo e nem deveria ser sua maior preocupação!



Nem a Rússia, India, China ou África do Sul.  Bom...  esses países do BRICS e outros que os americanos consideram como nações que podem desafiar sua supremacia global, após a desintegração da União Soviética na década de 80.



No livro "O Novo Relatório da CIA - Como Será o Amanhã" que trata de tópicos como:

  • O fim do Império Americano
  • China, Índia e Brasil: as potências do futuro
  • Guerra por água e alimentos
  • Brasil gerando empresas nacionais globalmente competitivas
Neste livro, que nada mais é que, um relatório da CIA-Agencia Central de Inteligencia Americana contando os caminhos que percorrerá a globalização após crise financeira de 2008.
Uma obra sobre tendências globais 2025 e os principais fatores de um possível desenvolvimento, que moldará os eventos mundiais nos próximos dez (ou quinze) anos.

Aposta numa nova configuração mundial, na qual a hegemonia americana diminuirá,  num processo histórico já destravado e em andamento, impossível de ser detido.Fica claro que as ações, da parte do Brasil já eram previstas, inclusive quanto ao BRICS e a questão do petróleo. 
Nesse extenso relatório da CIA, tudo é visto como inevitável e natural. Não há surpresa alguma pelo fato do Brasil e as outras potências emergentes procurarem novos mercados e alianças, sepultando aos poucos a absoluta hegemonia americana.

O Livro (relatório da CIA) explica que não há crise e nem haverá retaliações, pois se enxerga como inevitáveis essas mudanças do cenário internacional. E aponta que não cabe aos EUA tentar impedir esses processos já em andamento. Cabe sim, prolongar sua liderança com boas práticas de mercado e políticas externas mais adequadas e, sobretudo focar no âmbito interno, junto aos seus eleitores, um grande projeto de restauração e reestruturação da economia.  Pois agora as políticas externas e armamentistas terão que ficar em segundo plano.

A diminuição das capacidades econômicas e militares, pós crise 2008, empurram os EUA para uma mudança de atitudes e prioridades, onde as questões domésticas ganham corpo face a política internacional.

Programas Sociais de Lula e Dilma: 
Um exemplo de projeto que deu certo

Talvez seja muito mais valioso para Washington e Obama, no caso do Brasil, como seu próprio relatório aponta, tentar copiar e assimilar as bem sucedidas práticas brasileiras de combate a miséria e fome e implementá-las no seu país, do que tentar influir no processo eleitoral e político brasileiro. Se se puser a apoiar a direita brasileira golpista contra o governo estabelecido de Dilma, estará indo contra seu próprio relatório e desmerecendo todos seus estudos estratégicos.

A tradicional intromissão nos assuntos internos dos outros países, sempre foi um mal hábito, e sempre foi combatida pelo eleitorado estado-unidense.  A receita, na maioria das vezes, para obter aprovação para as ações e conseguir financiamento era assustar a população com alarmismos sobre segurança nacional.  Assim foram feitas guerras, invasões e revoluções mundo afora com o endosso e beneplácito do povo americano. Esse receituário, no entanto, se esgotou.

Tudo isso fica claro no relatório da própria CIA, a começar pelo prefácio da edição brasileira :
"A Hegemonia Ameaçada - Finalmente, o governo dos Estados Unidos encontrou as armas de destruição em massa (...). Foram encontradas em 2008 no próprio quintal americano, no dizer de um banqueiro. Elas eram as hipotecas subprime(...). Uma bomba atômica, da maior potência que tivesse, não poderia ter sido tão impactante."  Heródoto Barbeiro


AGORA VEJAM O QUE DIZ JEFF-BRIDGES 

" Eu me envolvi com a dissolução da fome e me entristeci com a realidade dela – o quão grande era o problema e como a questão não era a falta de comida ou de não saber como acabar com isso, mas, sim, de criar uma vontade política. Não apenas para limpar a consciência e dizer “eu fiz a minha parte”. É se engajar nisso de maneira profunda. A ideia é olhar para si e ver como surge de forma natural em você. Então, nós temos cozinheiros, professores, pessoas de todos os setores trabalhando nisso."

49,5% da população dos norte-americanos...
Este é o número de pessoas que receberam alguma ajuda de programas sociais do governo norte-americano – incluindo os subsídios aos desempregados e aos veteranos de guerra.

E aqui (no Brasil) ainda falam mal da bolsa-família que é destinada a uma parte mínima da população. 
Nos acampamentos de desabrigados nos EUA tem gente comendo ate rato para sobreviver.

Cerca de 35% dos norte-americanos sobrevivem à base do vale-alimentação


Primeiro mundo ???
O sonho americano nunca existiu ou, pelo menos, já acabou faz muito tempo.
Seja como for, o Brasil de Dilma e Lula que venceu a miséria e a fome pode exportar a receita para os EUA e para o mundo.

Uma reaproximação com o Brasil deveria ser uma prioridade para os americanos.  Ajudar a combater o golpismo e as tentativas de impeachment da presidente eleita Dilma Roussef seria um excelente gesto da parte dos EUA.
FIM
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Fome nos EUA: doze milhões de crianças à beira da morte
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Estudo revela que uma em cada seis crianças norte-americanas menores de cinco anos passa fome e insegurança alimentar.

Cenas de pobreza e miséria aparecem com freqüência em jornais de todo o mundo. Imagens que mostram geralmente a situação extrema em que vivem os povos na África, na América Latina ou no Sul da Ásia. Muito comum também é conhecer através da imprensa mundial a riqueza e o desenvolvimento nos países acima da linha do Equador. Europa, EUA, Rússia e Japão são sempre relacionados com avanço tecnológico, poder aquisitivo e alto nível de bem-estar social. Isso não quer dizer, no entanto, que o mundo seja exatamente assim. O colapso econômico mundial, a maior crise da história do regime capitalista, está levando à tona o que os países ricos sempre fizeram questão de esconder. No país mais rico do mundo, os EUA, milhões de
crianças estão muito abaixo da linha de pobreza e denunciam uma realidade cada vez mais difícil de esconder.

Leia mais: http://www.pco.org.br/internacional/fome-nos-eua-doze-milhoes-de-criancas-a-beira-da-morte/iaea,i.html

Leia Também:
China aconselha EUA a cuidar de seus próprios problemas
O Ministério das Relações Exteriores da China exortou quinta-feira (24) os EUA a cuidar dos problemas de violação dos direitos humanos no seu próprio país e a abster-se de intromissão nos assuntos internos dos outros países assumindo, sob o pretexto de defesa destes direitos, o papel de juiz e violando a soberania e a independência dos outros países”.
veja mais: http://www.vermelho.org.br/noticia/256066-9



OBAMA: EUA NÃO INTERFEREM MAIS NA AMÉRICA LATINA

"Os dias em que nossa agenda neste hemisfério frequentemente presumia que os Estados Unidos poderiam se meter com impunidade, esses dias estão no passado", disse Obama na Cúpula das Américas

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